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Crivella afirma que Igreja Universal não vai influenciar governo

Crivella afirma que Igreja Universal não vai influenciar governo

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O candidato Marcelo Crivella (PRB) garantiu nesta quarta-feira (21) ao G1 que a Igreja Universal não terá nenhuma influência em suas políticas sociais e educacionais. “Quem vai falar isso vão ser meus adversários, porque não têm o que falar”, disse. “O prefeito vai governar para todos.” Crivella também disse que nunca recebeu dinheiro da igreja para a campanha.
O candidato também afirmou que vai manter investimentos no Carnaval e fazer parcerias com escolas de samba para que as costureiras das comunidades possam ajudar o município na confecção de uniformes escolares. Ele ainda prometeu manter a parada gay, e os recursos públicos que ajudam sua organização.
Crivella participa de uma série de entrevistas com todos os candidatos à Prefeitura do Rio de Janeiro, que o G1 transmite ao vivo nesta semana.
“Eu vou fazer parceria com a escola, mas gostaria que as escolas me ajudassem também. Segundo ele, “as melhores costureiras do Rio de Janeiro” são as das escolas de samba. “Por que elas não podem me ajudar a fazer os uniformes das crianças? Gostaria de ter parcerias com eles”, disse. Questionados sobre se vai manter os investimentos, o candidato afirmou que sim.

Crivella afirmou que é preciso fazer um grande pacto para tornar a área turística da cidade em uma área limpa e segura. “Nós vamos arrecadar muito ISS”, disse. Segundo ele, essa será uma importante fonte de aumento da receita para cuidar da cidade toda. “A gente precisa cuidar da nossa vitrine.”

Crivella disse que pretende gerar 40 mil vagas na pré-escola e 20 mil nas creches por meio de parceria com o setor privado. Além disso, que lutará pelos direitos das minorias. “A Parada Gay é uma expressão democrática”, disse.

O candidato afirmou que não sabe quais secretarias irá extinguir e admitiu que tem medo de perder votos caso adiante quais delas serão extintas. “Muitas dessas indicações são políticas, nós precisamos reduzir. Não posso adiantar”, afirmou.

Crivella disse também que para participar de seu governo os critérios são “ficha limpa e competência”, ao ser questionado sobre uma futura participação de Anthony Garotinho em seu governo caso seja eleito.

Sobre seu voto no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, Crivella disse que ela não tinha mais condições de governar. “A minha tese prevaleceu. Ela perdeu o governo mas está elegível”, afirmou. “A crise era enorme, o país precisava de um novo caminho.”

Crivella também disse que os taxistas levaram um “golpe terrível” com o aplicativo Uber. “Farei todo esforço para que o táxi tenha uma sobrevivência digna e honesta”, afirmou.

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