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CRIANÇA É VIOLENTADA POR ‘MULHER’ TRANS EM BANHEIRO UNISSEX

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Verdade incontestável é que abusos contra menores, infelizmente, ocorrem e isso independe do gênero dos criminosos.
Mas há de convir que quando uma pessoa que decidiu mudar seu gênero violenta um menor fica bem mais difícil seguir uma linha de raciocínio para o cumprimento da legislação. E aí começa a confusão social indecifrável dos ideólogos de gênero.

Uma ‘mulher trans’, -portanto nascido homem -, foi presa por estuprar uma criança de apenas 10 anos de idade em um banheiro. ‘Ela’ se achou no direito de compartilhar o toilette com as demais mulheres por pintar as unhas, deixar crescer os cabelos e usar saias, mas preferiu ignorar – por conveniência – que possui um pênis como órgão genital, reprodutor e principal fonte de prazer sexual. O caso ocorreu em Wyoming, nos EUA.
Chamado de Michele desde que optou pelo gênero feminino, Miguel Martinez é amigo da família da vítima e por isso não teve problemas para cometer o estupro. Em um banheiro unissex, o estuprador levou a menina como acompanhante, alisou seus seios e a vagina antes de estuprá-la.
A menina relatou o caso a mãe, imediatamente, após o fato.

O laudo médico constatou ruptura vaginal na criança e vermilhidão pelo corpo. Ao ser preso, Martinez negou ter molestado a criança e disse que o depoimento da menina “não passava de um golpe de publicidade”. Julgado, ele pode pegar até 70 anos de cadeia se for condenado em pena máxima.

Indecifrável decisão
O mundo homossexual mantinha um grau de entendimento compreensivo para a sociedade segundo suas escolhas.
Entender que um homem se interesse por outro homem e se apresente de forma física feminina ou não e vice-versa é um ato compreensível .
Mas a ideologia de gênero, indecifrável e abominável reflete mudanças de gênero transitórias que acompanham opções sexuais mutáveis.

A imposição para que os espaços reservados sejam utilizados de forma unissex favorece as pessoas heteros, homo e assexuados de mente perversa que assediem, violem, e estuprem inocentes, crianças primordialmente.

A desconstrução do sanitário
A criação do banheiro unissex está baseada em um único objetivo que é “não constranger” o homem que se sente mulher e a mulher que se sente homem.

Nenhuma diferença do discurso que ampara a comunidade LGBTI (XYWZ) pelo mundo; uma minoria que tentar impor seus desejos à maioria esmagadora conservadora, hetero e cristã no mundo.
O que significa dizer que mulher nascida mulher e homem nascido homem, segundo a ótica dos ideólogos, não possuem direito de constranger-se, como por exemplo a menina que ao se deparar no banheiro com um afeição externa delicada, de pé, com o pênis para fora, na hora de utilizar o toillete feminino precisa agir com naturalidade sem direito de protestar, uma vez que entre mulheres biológicamente formadas, um homem que se diz mulher não pode sentir-se deslocado.

Escola é o foco
O foco principal da disputa são os banheiros nas escolas. Defensores dos direitos dos transgêneros consideram crucial para o bem estar dos estudantes, e dos próprios colegas, que possam usar instalações condizentes com o gênero com o qual se identificam.
Escolas primárias recebem protestos e as particulares cancelamento de matrículas. Mas os jovens também correm perigo pelas universidades. A instituição do banheiro unissex está espalhado em várias unidades pelo Brasil e, a grande maioria, sequer comunica a decisão pela exposição dos alunos.

Agora, os Estados Unidos sob o comando de Donald Trump faz o caminho inverso e proíbe a utilização dos banheiros unissex nas escolas, faculdades e demais lugares públicos. O presidente conservador alega preocupação com a integridade moral, física e psicológica do ser humano além de basear-se na formação biológica de casa pessoa.

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