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CONSERVADORES DERRUBAM IMORALIDADE DISFARÇADA DE ARTE PROMOVIDA PELO SANTANDER

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A imposição da comunidade LGBT usa qualquer artifício como pretexto para disseminar a distorção da essência humana. Museu com a desculpa de exibição artística, salas de aula com a mentira de um discurso pelo debate, nas ruas como exigência de aceitação e concentrações públicas como necessidade de atenção.

O mais recente ato dessa peça maligna aconteceu em um museu de Porto Alegre, realizada pelo Santander Cultural em uma mostra chamada “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”.
Brasileiros desempregados, com dificuldades de pagar suas contas e sustentar sua família contribuíram, compulsoriamente, com R$ 800 mil de seus impostos através da Lei Rouanet que financiou o evento que de cultural não possuía abslutamente nada. Queermuseu trouxe ao público, inclusive crianças, essencialmente três coisas: a bizarrice acéfala da teoria queer em todos os seus meandros esquizofrênicos de arte e filosofia; o escárnio público ao cristianismo com todo o seu fulgor de violência e desrespeito; além de apologias a certos crimes, tais como: zoofilia, abuso infantil, e promiscuidades abjetas, envolvendo imagens de crianças.

Uma iniciativa como essa nos dá a certeza de que parte da sociedade foi tomada por uma mentalidade desconexa da realidade, além de totalmente avessa a qualquer sentido de respeito cívico e moral – os mínimos exigidos para uma convivência democrática e respeitoisa dentro de uma comunidade humana. Com o discurso de inclusão, lançaram no lixo a crença cristã alheia, além de qualquer resquício de bom-senso moral.
O cristianismo é a vitalidade de um povo, é o sustento de uma ordem moral que torna possível o que hoje consideramos minimamente sensato. Não precisa ser cristão para respeitar a fé no Cristo, mas precisa ser muito boçal para humilhar a fé de muitos por querer se adequar a um grupo ideologizado aquém da realidade.

O que eles não contavam é com a recusa coletiva e autoridade dos conservadores em defesa da família, dos valores, da moral e de suas crianças. O boicote contra o Santander e a mostra espalhou-se pelo país através das redes sociais e a pressão popular rechaçou a exposição com posicionamento firme e democrático.
As famílias brasileiras confirmaram aos esquerdistas e ideólogos do gênero que no Brasil o cristianismo, nossas crianças e a socierdade conservadora não será mais violentada com bizarrices sexuais e animalescas camufladas pela arte ou pelo discurso da diversidade.
Sob xingamentos de fascistas, intolerantes, ignorantes, retrógrados e tudo o que permea o vocabulário acusador esquerdista que classifica os conservadores é irrefutável que a união pela família e o resgate de nossos valores sejam aproveitados como propulsores desta representatividade no caso do Queermuseu e siga adiante na missão de recolocar o Brasil nos eixos.

Promotor da Infância e Juventude aprovou
Dois promotores do Ministério Público do Rio Grande do Sul foram até o Santander Cultural, que sediava a mostra. A visita foi motivada por denúncias de que as obras estariam promovendo pedofilia e a sexualização de crianças, além de zoofilia. “Verificamos as obras e não há pedofilia. O que existe são algumas imagens que podem caracterizar cenas de sexo explícito. Do ponto de vista criminal, não vi nada”, salienta o promotor da Infância e da Juventude de Porto Alegre, Julio Almeida. Difícil seria para o promotor Julio Almeida explicar sobre a relatividade de explícito. O que pode, talvez, ser explícito, não deveria, portanto estar implícito?

Santander em comunicado, ofende conservadores
O Santander Cultural emitiu nota patética de esclarecimento, certamente, pela onda de cancelamentos e abandonos de clientes da instituição. Milhares de vídeos começaram a circular nas redes sociais de pessoas que decidiram não compactuar com uma instituição financeira que promove, financia e dissemina a descontrução dos valores e do ser humano.
O banco afirmou que a mostra não representa sua visão do mundo, mas é difícil crer que o Santander não conhecia o teor do que seria exposto ao público antes da abertura do evento.
Sergio Rial, presidente do Santander Brasil, enviou um comunicado interno para os funcionários falando sobre o cancelamento da exposição. Na justificativa, ele afirma que “as críticas já não se centram, como se viu nas redes sociais, só na ação de alguns grupos intolerantes e deturpadores da informação, que desqualificavam a exposição. Os ataques têm enfoque na censura — “como não se via desde a ditadura”.

Boechat e Jean Wyllys concordam
Ricardo Boechat concordou com o deputado Jean Wyllys nas ofensas aos defensores da família. Boechat chamou os brasileiros contrários ao espetáculo de horror de nazistas, enquanto Jean Wyllys gastava seu vocabulário ofensivo classificando os conservaores de idiotas, fascistas e intolerantes.

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