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COMECEM A  REFORMA PELA APOSENTADORIA DOS POLÍTICOS NO BRASIL
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COMECEM A REFORMA PELA APOSENTADORIA DOS POLÍTICOS NO BRASIL

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Aposentadoria média do Legislativo federal é 23 vezes maior que a do INSS

O país, em sua maioria de eleitores, comemora estar à frente de um governo patriota que prioriza, em tese, a melhora de vida do trabalhador brasileiro.
Mas discurso e boa vontade não conseguirão acabar com as mamatas distribuídas aos políticos em todos os poderes do Brasil que há décadas acostumaram a roubar do trabalhador o que lhe é de direito.
Em meio a aprovação da necessária e urgente Reforma da Previdência, o governo Bolsonaro enfrentará entraves históricos, arraigados e consistentes.
Com a bandeira de combater os privilégios, o presidente encontrará resistência dentro do setor público federal.
Muitos daqueles que serão alcançados pela reforma são funcionários e assessores de deputados e senadores, servidores públicos do governo federal, Judiciário e Ministério Público.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem afirmado que a Previdência, tal como é hoje, é uma bomba-relógio, que fabrica desigualdades. Segundo ele, as regras vigentes perpetuam privilégios, ao transferir renda de pobres para ricos, de forma perversa. E também de maneira insustentável, do ponto de vista de receitas e despesas, já que a população brasileira está envelhecendo rapidamente.
Expor os privilégios da Previdência faz parte da estratégia do governo. O objetivo é conseguir o apoio da opinião pública e aprovar, ainda este ano, a reforma do sistema, que vem acumulando rombos bilionários.
Enquanto um servidor do Legislativo federal se aposenta com um valor médio de R$ 26.823,48, um trabalhador urbano da iniciativa privada (que se aposenta pelo critério de idade – 65 anos para homens e 60 anos para mulheres) recebe R$ 1.129,31. Ou seja, o funcionário público ganha 23,7 vezes mais quando para de trabalhar. Reflexo dos salários do funcionalismo – muito maiores que a média nacional.

 

 

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