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COM TRANSFERÊNCIA DE CHEFÕES DO CRIME, PODER PÚBLICO DEVE COMBATER REPRESÁLIAS
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COM TRANSFERÊNCIA DE CHEFÕES DO CRIME, PODER PÚBLICO DEVE COMBATER REPRESÁLIAS

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Isolamento de líderes de facções pode trazer movimento de protesto por parte de traficantes

 

O governo Bolsonaro está se movimentando para cumprir promessas de campanha que são urgentes para algumas mudanças imediatas no Brasil.

Ontem aconteceu a maior e mais bem preparada operação para transferência de presos de alta periculosidade já realizada no país.

O líder do PCC, Marco Erbas Camacho, o Marcola, e mais 21 integrantes da facção criminosa de maior abrangência territorial dentro e fora do Brasil, estão em presídios federais.

Além das forças de segurança paulistas, também integram a operação a Força Aérea Brasileira (FAB), o Exército Brasileiro, a Coordenação de Aviação Operacional e Comando de Operações Táticas da Polícia Federal, e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O trabalho também envolve ações de inteligência em conjunto com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

O isolamento dos criminosos é, a estratégia necessária para o enfrentamento e o desmantelamento de organizações criminosas.
Além de desbaratar planos de fuga e acabar com comunicação externa que os presos mantinham em presídios de menor regime de segurança.
Em 2018 foi descoberto um plano de fuga de Marcola que pretendia se valer de um exército de mercenários para o resgate dele e de parte da cúpula da facção. Cartas interceptadas na saída do presídio mostram que o líder do PCC pedia também a morte de um promotor, caso fosse transferido.

E pesa sobre ele a ordem de caos e dezenas de assassinatos de agentes penitenciários e de segurança pública por estar descontente com a movimentação do poder público contra os presos por mais segurança dentro e fora dos presídios.

Medrosos tentaram bloquear ações
Muito do crescimento da criminalidade no Brasil além do descaso das autoridades é resultado do acovardamento de muitos políticos que decidem brecar qualquer movimentação contra a bandidagem por medo das reações das facções.

A transferência chegou a causar um racha nos meses de governo de Márcio França (PSB). Um lado defendia a mudança e outros temiam represálias por parte da organização criminosa, e exemplo do que aconteceu em 2006, quando ataques foram realizados em represália à transferência de 765 presos para Presidente Venceslau. 59 agentes de segurança foram mortos em cinco dias.

Ação e reação devem ser protagonizadas pela segurança pública
Não há fantasia no e se refere ao poder de destruição da criminalidade no Brasil, mas as autoridades tardaram suas ações e se omitiram contra as reações da bandidagem.

É hora de um plano de ação e inteligência para combater qualquer tentativa de caos promovido pela criminalidade.

Os estados brasileiros segundo seus representantes devem seguir o governo Bolsonaro em sua própria figura e nos projetos do ministro da Justiça Sergio Moro e implementar leis efetivas com ações imediatas para sufocar a bandidagem.

Nunca houve momento tão propício para mostrar quem manda no país. E antes que o poder público se questione a quem se refere essa afirmativa. O Brasil pertence ao poder do estado!

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