Home Brasil CNJ JULGA LEGALIZAR UNIÃO POLIAFETIVA, BIGAMIA, POLIGAMIA, SEXO GRUPAL, SWING, ETC

CNJ JULGA LEGALIZAR UNIÃO POLIAFETIVA, BIGAMIA, POLIGAMIA, SEXO GRUPAL, SWING, ETC
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CNJ JULGA LEGALIZAR UNIÃO POLIAFETIVA, BIGAMIA, POLIGAMIA, SEXO GRUPAL, SWING, ETC

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Para os que consideravam conservadores ‘terroristas estéricos”, segue mais uma forte iniciativa para o fim da união monogâmica no Brasil.

O Conselho Nacional de Justiça decidirá se os cartórios poderão registrar junção de mais de duas pessoas em registro de uniões estáveis.

Casos já registrados
em todo o país já ocorreram cerca de 30 registros, mas a normatização da legalização pela suruba está pautada no pedido da associação são citadas as escrituras de dois trisais, uma lavrada em Tupã (SP), em 2012, entre um homem e duas mulheres, a primeira no país, e outra em São Vicente (SP), em 2016, também entre um homem e duas mulheres. Ambas as partes, a associação e a tabeliã que registrou essas uniões poliafetivas, podem recorrer, o que levaria a matéria ao Supremo Tribunal Federal.

Notáveis juristas e ministros do Supremo Tribunal Federal concordam com a tese e apóiam união entre múltiplos indivíduos e pelo fim do único regime de casamento no Brasil a fim de retirar da Constituição o princípio da fidelidade, sob a ótica de que o estado é laico e que a monogamia é coisa de religiosos.

CNJ suspendeu poliamor em 2016
“Sustenta que a expressão”união poliafetiva”visa validar relacionamentos com formação poligâmica, em violação ao § 3º do art. 226 da CF, que limita”a duas pessoas a constituição de união estável”
A corregedora-Geral de Justiça, ministra Nancy Andrighi, recomendou às serventias extrajudiciais de notas que não realizem lavratura de novas escrituras declaratórias de uniões poliafetivas, até conclusão de pedido de providências sobre o tema no CNJ.

OPINIÃO
Ainda que a CNJ continue com seu posicionamento pela proibição da regulamentação das uniões com múltiplos indivíduos é necessário a participação dos conservadores e dos que defendem a família para que a Constituição não seja alterada e os valores preservados.

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