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CINEMA EXCLUI RELAÇÃO HUMANA E EXALTA MASTURBAÇÃO COMO FORMA DE PRAZER
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CINEMA EXCLUI RELAÇÃO HUMANA E EXALTA MASTURBAÇÃO COMO FORMA DE PRAZER

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De forma sutil e minuciosamente pensada, o mocinho salva a donzela indefesa e o final de felizes para sempre é preservado. Mas para os defensores da desconstrução humana tudo parece normal até que se descubra que a relação cinematográfica não passa de uma relação impossível, fora do natural e interespécies.

Enfraquecendo a relação homem/mulher e a fantasia do tradicional mocinha e herói, a sétima arte tem sido usada como arma para disseminar relações não apenas interespécies, mas unilaterais onde a figura de um par é descartável e dispensável. Sendo a maior propagadora do homo e transexualismo no mundo.

O longa A Forma da Água ( Shape of Water) de Guollermo del Toro recebeu 13 indicações ao Oscar e está causando polêmica os Estados Unidos por uma cena de masturbação explícita onde a personagem principal se satisfaz sexualmente.

No enredo, a personagem Elisa é muda e se apaixona por uma criatura humanoide anfíbia que vive dentro de um tanque de água numa instalação secreta dos Estados Unidos. E, no filme, tudo que é importante para a personagem tem água.
“Eu queria mostrar a maneira como ela usa a água, por exemplo, para cozinhar os ovos, depois ela entra na água, se masturba, engraxa seus sapatos, vai para o trabalho. Uma rotina perfeitamente aceitável para qualquer padrão”, diz, completando que o ato de se masturbar da personagem pe algo absolutamente natural da sexualidade feminina.

O diretor afirma que a sexualidade dela é tratada no enredo mostra o natural da figura feminina. E diz: “Eu queria mostrar a maneira como ela usa a água, por exemplo, para cozinhar os ovos, depois ela entra na água, se masturba, engraxa seus sapatos, vai para o trabalho. Uma rotina perfeitamente aceitável para qualquer padrão”.

Críticos em diferentes partes do mundo classificam o filme como sujo, sangrento, muito violento, bem sacana – com diversas cenas de nudez, masturbação e até mesmo sexo interespécie.

Mais uma superprodução que conta com atores consagrados, admirados pelo grande público que reproduz a real intenção de disseminar no mundo a mistificação dos seres. O irreal se tornando o sonho de realização pessoal e o estranho como forma de naturalização entre as pessoas.

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