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Chega de pagar imposto e não receber nada em troca
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Chega de pagar imposto e não receber nada em troca

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Ano após ano, incansavelmente, os brasileiros trabalham durante 151 dias somente para
pagar impostos.
Do dinheiro para o cafezinho na padaria ou a economia para realizar o sonho da casa própria tudo passa pelas mãos do governo que, sem nenhum esforço, se mantém no topo da lista no ranking que mede o retorno oferecido em termos de serviços públicos de qualidade à população em relação ao que o contribuinte paga em impostos. O fim do exercício apura trilhões em arrecadação nos cofres do governo e a matemática para melhora da sociedade sempre fecha no negativo. É a constatação de que os recursos estão mal empregados e geridos sob administração
de incompetentes financeiros.

Conta injusta
De cada R$ 10 produzidos pelo país,
R$ 3,50 são recolhidos em forma de impostos aos cofres da União, dos governos estaduais e municipais. Existem países com carga tributária ainda maior do que a brasileira, de 35,42% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo cálculo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), mas a diferença é que o retorno em bem-estar a seus cidadãos
é muito superior ao oferecido no Brasil.
Segundo especialistas, cargas tributárias de 30% do PIB são preocupantes e acima de 35% são indesejáveis porque travam o crescimento da economia.
E o Brasil está na margem dos 35% há décadas e sem nenhuma perspectiva de melhora no retorno à população, pelo contrário. O panorama econômico pressiona a sociedade em mais aumento, criação de impostos e retorno da temida e injusta CPMF.

Mudança e aumento
O Brasil é o país com a maior quantidade de taxas e impostos diferentes
do mundo.
Mesmo com os sucessivos recordes de arrecadação tributária, – marca que, depois de 2014, sempre ultrapassa a cifra de trilhões em arrecadação de tributos -, o Brasil continua oferecendo péssimo retorno aos contribuintes, no que se refere à qualidade do ensino, atendimento de saúde pública, segurança, saneamento básico, entre outros serviços. E o pior, fica atrás de outros países da América do Sul como Uruguai e Argentina.

Encolha Estado
Ao rejeitar aumento, criação e a possibilidade governamental de retorno de impostos a sociedade está dizendo que é para o Estado começar, ainda que muito tardiamente, a gerir melhor os recursos advindos do trabalho da população e que, primordialmente, é para o estado começar a enxugar gastos, sanar o desperdício e planejar seu encolhimento.
Fórmula matemática simples que qualquer criança no período de alfabetização saberia definir; é impossível fechar no azul gastando mais do que se ganha.

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