Home Política Chefe da família metralha – solto e no senado

Chefe da família metralha – solto e no senado
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Chefe da família metralha – solto e no senado

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Um dos maiores nomes para a presidência do Brasil na destituição do reinado petista, o agora afastado senador, Aécio Neves, vive o início das consequências de seu esquema de corrupção que movimentou em seu favorecimento milhões de reais.
O volume de propina era tão alto que foi necessário a formação de uma quadrilha especializada no recebimento e movimentação do dinheiro. Pedindo voto e discursando sobre respeirto e confiança pelos palanques do Brasil, Aécio manteve a família perto como únicos dignos de sua credulidade para os ‘negócios’.

Crimes e delações
A gravação do empresário Joesley Batista da JBS, em março deste ano, onde Aécio pede R$2 milhões para pagar seu advogado por sua defesa na Operação Lava Jato não foi o único e nem mesmo o primeiro desta natureza.
No mesmo mês, prescreveu outro processo que nem mesmo teria começado desde 1998 quando Sérgio machado, ex-presidente da Transpetro, denunciou dois políticos do PSDB: o então presidente do partido, senador Aécio Neves (PSDB-MG); e Teotônio Vilela Filho, que era presidente da legenda na época.
O depoimento de Machado foi prestado em 6 de maio de 2016.
O pedido de investigação foi protocolado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em 4 de outubro de 2016 no STF. No mesmo dia foi devolvido à PGR, que se manifestou apenas em março de 2017, pedindo seu arquivamento. Janot disse que o crime de corrupção passiva para fatos ocorridos entre 1998 e 2000 só poderia ser punido até 2016.
Machado, que na época era líder do PSDB no Senado, disse que Aécio recebeu, de forma ilícita, R$ 1 milhão em dinheiro em 1998, quando era deputado. O dinheiro veio de um fundo montado por Machado, Aécio e o então senador Teotonio Vilela, para financiar a bancada do partido na Câmara e no Senado.

Metralhas em ação
Presa na Operação Patmos, Andrea Neves, irmã de Aécio, já foi denunciada por prática de corrupção.
Frederico Pacheco, primo de Aécio, entregou parte do dinheiro que recebeu da JBS em nome do senador em uma agência da CEF. R$1,5 milhão foi devolvido, os outros R$500 mil estão perdidos e outros tantos milhões já recebidos, gastos, investidos, jamais serão encontrados.

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