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CASTRAÇÃO QUÍMICA DE PEDÓFILOS JÁ É REALIDADE EM SEGUNDO ESTADO NOS EUA
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CASTRAÇÃO QUÍMICA DE PEDÓFILOS JÁ É REALIDADE EM SEGUNDO ESTADO NOS EUA

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O projeto, aprovado na semana passada por parlamentares do estado do Alabama, nos EUA, foi assinado pela governadora e começa a valer em setembro

Aqui no Brasil quando Bolsonaro falava sobre essa possibilidade, a esquerda e os defensores de bandidos fizeram arruaça com a ideia.
Mas a verdade é que o fim da função sexual do órgão masculino já é uma realidade no Alabama. A governadora, Kay Ivey, sancionou nesta terça-feira (11) uma lei que prevê a castração química para pedófilos condenados e que estejam em liberdade condicional. O texto, que entra em vigor em setembro, exige o procedimento para manter fora da prisão pessoas condenadas por crimes sexuais cometidos contra crianças menores de 13 anos.

Liberdade sem libido ou prisão com tesão
De acordo com o texto, o procedimento – feito com uma substância que reduz, inibe ou bloqueia a produção de testosterona e outros hormônios – deverá ser feito no mínimo um mês antes de a pessoa deixar a prisão. Os custos associados a ele também devem ser pagos pela pessoa condenada, se ela tiver condições financeiras.

Caso o condenado resolva deixar de receber a substância, deverá voltar para a prisão para cumprir o restante da sentença.
A Califórnia foi o primeiro estado americano em aprovar, em 1996, a castração química para pedófilos com certos crimes sexuais. A Flórida, Geórgia, Iowa, Luisiana, Montana, Oregon, Texas e Wisconsin também têm medidas similares.

Que a falta de vagas nas cadeias não seja mais uma opção para que os defensores da bandidagem possam usar como argumento para que os estupradores e pedófilos saiam impunes pouco tempo depois de cumprir penas irrisórias.

Chega de vitimar as vítimas dos criminosos. O caminho da recuperação é condenado trabalhar na prisão, sentença perpétua, fim das visitas íntimas e castração química para os abusadores.

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