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CACHAÇADA PARA PRESIDÊNCIA QUEM PAGA É O TRABALHADOR BRASILEIRO

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Enquanto o Brasil implode em desemprego e segue ladeira a baixo por conta da crise financeira, a presidência da República prova que só falta dinheiro neste país para socorrer o povo, porque político no Brasil vive bem, mas muito melhor quando tem um cartão corporativo no bolso.

Entre 2014 a 2017, a presidência comprou mais de 100 bebidas alcoólicas entre vinhos, uísque,cerveja e até cachaça.
Ferindo a Lei de Acesso a Informação,  a Secretaria-Geral da Presidência da República não informa quantas bebidas foram compradas e nem quanto gastou do dinheiro público.

Sob alegação que a informação deve se manter sigilosa por uma questão de segurança nacional. Esconder informação é ilegal, mas comprar e pagar com dinheiro publico não.

Obedecendo os critérios estabelecidos na lei que a regulamentou está tudo certo.
Mas o que consiste a lei? Basicamente que o presidente pode promover banquetes que ofereçam de camarão a caviar regado das mais finas bebidas junto com seus convidados para discutir questões  internacionais ou como vai prejudicar ainda mais o trabalhador brasileiro tudo acompanhado de muito uísque, espumante e cachaça sabendo que não precisa se preocupar com a conta. O povo paga mais essa também.

Gasto recorde no cartão corporativo em 2017

O governo continua fazendo as contas para tentar atingir a meta fiscal, um rombo  bilionário. No entanto, algumas despesas continuam a chamar atenção. Os gastos do governo federal com cartão corporativo, por exemplo, já somam R$ 33,4 milhões em 2017. A Presidência da República foi o órgão que mais gastou por meio dos cartões.

Os dispêndios da Presidência e suas unidades gestoras atingiram R$ 8,6 milhões, isto é, quase 26% do total. Vale ressaltar que quase a totalidade dos recursos (90%) foi desembolsada de maneira secreta, de forma que não se sabe o que efetivamente foi comprado. As informações são protegidas por sigilo, nos termos da legislação, “para garantia da segurança da sociedade e do Estado”.

Outra parte significativa dos valores desembolsados também fica desconhecida. Isso porque R$ 287,2 mil foram gastos pela Presidência por meio de saques.

A maior parcela dos gastos foi desembolsada pela Agência Brasileira de Inteligência: R$ 4,1 milhões. A Secretaria de Administração da Pasta utilizou outros R$ 3,4 milhões. Mesmo não estando ocupado, o Gabinete da Vice-Presidência da República foi responsável por mais R$ 26,7 mil em cartões corporativos. Os dispêndios estão sob sigilo.

 

Fonte: Contas Abertas

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