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BANHEIRO ‘TRANS’ NAS ESCOLAS PAULISTAS
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BANHEIRO ‘TRANS’ NAS ESCOLAS PAULISTAS

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A partir de agora nas escolas estaduais de São Paulo, todos os alunos devem utilizar o banheiro de acordo com a identidade de gênero que se reconhecerem. A medida exige que a lei estadual nº 10.948 do deputado estadual Renato Simões (PT-SP) de 2001, que versa sobre discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero, seja cumprida. A decisão foi publicada no site da Secretaria de Educação de São Paulo que explicita que, dentro de toda a rede de ensino, a medida foi pressionada por uma minoria de 365 alunos que usam o nome social dentro das escolas.

Maior concentração é de 21 alunos
A Escola Estadual Rodrigues Alves, no centro de São Paulo, é a que concentra o maior número de matrículas. São 21 estudantes que optaram pela mudança de acordo com a sua identidade de gênero. Na unidade de ensino, todos e todas usam o banheiro de acordo com o gênero que se reconhecem. De acordo com o diretor da escola, professor Donizete Hernandes Leme, o respeito aos alunos travestis e transexuais é tema constante de discussões na escola, assim como o respeito às diferenças.
“Estamos sempre atentos a esta questão. Não posso dizer que foi um trabalho fácil no começo, o convencimento de que o banheiro deve ser utilizado de acordo com a sua identidade, mas tentamos trazer
este assunto sempre para reflexão no ambiente escolar”, declarou.
Um levantamento feito pelo Nação Brasil apurou que a unidade educacional – que leva o nome do 5º presidente do Brasil – assiste cerca de 1200 alunos e, por telefone, uma funcionária que se identificou apenas como Luana, afirmou que não houve dentre os outros 1179 estudantes nenhum tipo de negativa ou constrangimento.
Curiosamente, se a informação for verdadeira, a escola estadual Rodrigues Alves será a primeira unidade a reunir milhares de pais, responsáveis e educandos unânimes a essa medida. Os alunos optantes por gênero diferente a sua natureza não foram especificados dentro de seus anos letivos, mas a escola compreende classes do 1º ao 9º ano. Significa dizer que nenhum pai de crianças a partir dos 6 anos se mostraram contrários a suas filhas dividirem banheiro com meninos que se sentem meninas, mas expõe seu pênis
no banheiro coletivo e vice-versa.

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