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Alienação Parental

Alienação Parental

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Alienação parental é a tentativa cruel de afastar os filhos de um dos cônjuges, que na maioria das vezes, foi o solicitante do afastamento de corpos, o que tomou a decisão, o que saiu de casa, o insatisfeito. A outra parte, a ofendida, magoada age como guardião da cria, afastando-a do pai ou mãe, vingando-se e punindo não só o parceiro ausente, mas o próprio filho. Isso acontece através de conversas com a criança, onde desmerece e desacredita o amor do outro. Desvaloriza, hostiliza suas qualidades e ações. Impõe à criança a necessidade de escolha entre os pais. Ameaça, chantageia emocional e fisicamente.

Segundo estudos “as consequências à saúde física e mental das crianças que vivem sob a tortura de um pai alienador são muitas, entre elas: os distúrbios de alimentação, a timidez excessiva, os problemas de atenção/concentração, a indecisão exacerbada e, até mesmo a droga, como forma de fuga de uma realidade massacrante e com a qual não conseguem lidar.” O direito a convivência com ambos o pais é garantida por lei e deve ser preservada, bem como a sanidade emocional da criança. Segundo a lei, se constatada a alienação, o alienador sofre sanções graves, inclusive com a inversão da guarda previamente estabelecida e a suspensão da autoridade parental.

Infelizmente relacionamentos acabam, as famílias desfeitas acarretam danos, muitas vezes, irreversíveis. Para os adultos resulta em dor, sofrimento, mas a criança merece e deve ser preservada. O marido ou a mulher não deram certo como seus parceiros(a). Um casamento/relacionamento é bilateral, os dois estão em um barco remando na mesma direção, se um remar em sentindo contrário pode afundar toda tripulação. O dano será bem menor, se abandonar mesmo o barco. A quem fica cabe a missão de remar sozinho, mas sem sobressaltos. Não é fácil, no começo os braços doem pelo esforço, mas você ficará bem mais forte.

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